domingo, 27 de janeiro de 2008

O AUTOR




D. Thomaz de Mello Breyner

Médico de D. Carlos I e 4.º conde de Mafra.
Nasceu em Lisboa, em 2 de Setembro de 1866; morreu na mesma cidade em 24 de Outubro de 1933.

Filho segundo dos 2.os condes de Mafra, e irmão mais novo do 3.º conde, Francisco de Melo Breyner, que morreu em 1922, foi 4.º conde por autorização de D. Manuel II no exílio.
O pai tinha sido comandante do batalhão de caçadores 5, de que os reis de Portugal desde D. Pedro IV eram comandantes honorários, sendo no Castelo de S. Jorge, quartel do batalhão, que Tomás de Melo Breyner nasceu. Estudou no Colégio Académico Lisbonense, tendo frequentado a Escola Politécnica e posteriormente a Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, no Campo de Santana, tendo sido interno dos hospitais nos últimos anos do curso.
Especializou-se em França, tendo concorrido em 1893 a médico do hospital de S. José, ano em que foi nomeado médico da real câmara por D. Carlos I. Nestas funções acompanhou a rainha D. Amélia a Paris em 1894, e a rainha viúva D. Maria Pia a Itália em 1901.
Em 1897 foi como secretário do Dr. Sousa Martins ao Congresso sobre peste bubónica que se realizou em Veneza. Em 1903 representou Portugal no Congresso Internacional de Medicina de Madrid, em em 1905 no realizado em Paris. Em 1906 o Congresso reuniu-se em Lisboa e D. Tomás de Melo Breyner foi eleito secretário da comissão executiva.
Foi deputado na legislatura de 1906-1907, e director de serviço clínico nos Hospitais Civis de Lisboa.
Casou em 1894 com Sofia Burnay, filha mais nova dos 1.os condes de Burnay, tendo tido nove filhos.

4 comentários:

Brancamar disse...

Vida muito interessante e preenchida e notável a de seu bisavô.Deve ser uma referência muito gratificante para a famíla.
Parabéns.

pinto disse...

Médico, colega e amigo de Gago Coutinho

pinto disse...

Médico amigo e coelga de Gago Coutinho Cumprimentos

Olga Teixeira disse...

uma fotografia muito bonita. leva-nos a crer que era um homem de muitos valores.
espero que também o seja, independentemente do estatuto que tem.

abraço,
olga teixeira